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City and Colour em: Guide me Back Home (Live)

 


Diante das pessoas conscientes da existência de City and Colour, em prévia, digo que essa escolha de álbum se trata de gosto pessoal, e não necessariamente de qualidade ou de personalidade musical (apesar desse álbum ter aos montes de ambos). 

A genialidade de Dallas Green (ou City and Colour) em suas letras e a estética das músicas sempre foi tão original quanto qual outro artista único, assim como, por exemplo, Novo Amor (artista que em breve terá seu próprio post aqui), possui uma característica de composição que lembra muito a natureza, ou uma estética mais natural, como um dia de acampamento ou pinheiros balançando em um dia de chuva forte. A voz doce e distinta dele condiz muito com o que é sentido com as suas músicas, o que apesar de parecer estranho, acontece com diversos cantores e suas músicas. 

O álbum Guide me Back Home (Live), como está no nome, é um álbum ao vivo, que junta algumas músicas de basicamente toda a discografia que ele já havia lançado na época (o álbum foi lançado em 2018). Algumas músicas ficaram com um aspecto renovado na versão desse álbum, como What Makes a Man?, Hello, I'm In Delaware, Comin' Home. Aconteceu deste álbum inserir novas músicas também, como Twilight, uma das minhas músicas favoritas do City and Colour. A magnitude que Guide Me Back Home atinge no sentimentalismo para mim, além de estratosférica, é maravilhosa, é sensível, quase consciente e palpável. A maneira que a plateia é utilizada em algumas das músicas compõem uma beleza ainda maior, chego a me arrepiar só de lembrar (e escutar, já que Sleeping Sickness está tocando neste exato momento).

Algo que pode até parecer óbvio por ser um álbum ao vivo e acústico, mas o violão tanto deste álbum quanto de outras muitas músicas do City and Colour é algo muito característico, como as guitarras de Terno Rei ou o timbre de Tim Bernardes, assim como os agudos dele.


M,





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